Por Pedro Rodriguesmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Sou um voyeur assumido. Às vezes fico na dúvida se o que me dá mais tesão é fazer sexo ou observar algo relacionado a. Desde muito novo, sempre tive esse fascínio sobre o ato de olhar pelo buraco da fechadura. Acho que tudo começa com a curiosidade para todo mundo. No meu caso, a perversão me acompanha ao longo da vida. Volumes me enlouquecem: uma cueca/sunga recheada me quebra as pernas!!!! Também me excitam os volumes daquelas roupas coladas que os bailarinos e ciclistas usam. Ah, como me excitam! Na adolescência, criei o hábito de freqüentar vestiários de clubes. Tanto que comecei a praticar natação especificamente com esse fim. Eu gosto muito do sexo masculino, ao ponto de, às vezes, fazer observações comparativas do tipo qual é o maior, o mais grosso, o mais branco, etc. Na televisão, adorava assistir cenas de novelas ou filmes que mostrassem qualquer coisa que induzisse à nudez masculina. No cinema, adorava assistir filmes nacionais, as famosas neo-pornograchadas que já agradou muitos fãs de David Cardoso, Paulo César Grande, Mário Gomes e o bem-dotado homem de Itu Nuno Leal Maia. Até hoje, já adulto, essas cenas vêm à minha cabeça e refletem numa ereção fatal. Mas o auge do meu voyeurismo eu vivenciei há alguns meses, na vida real. No prédio onde moro, os apartamentos são tão pequenos que alguns são grudados janela com janela. Sendo assim, a janela do meu dá de frente para a janela do quarto de outro apartamento. Minha vizinha – uma jovem mulatinha magrelinha e insossa – vira e mexe aparecia de calcinha na janela, algumas vezes até sem sutiã, exibindo seus peitinhos minúsculos. Mas eu nem ligava, porque a nudez feminina não me excita. Só que eu descobri que, ao contrário do que eu supunha, ela não vivia sozinha. Eu já tinha visto algumas roupas masculinas no varal, mas jamais vi qualquer sinal de presença masculina na casa. Até que, certa noite, um rapaz apareceu na janela e eu pude constatar que se tratava de um casal. Meu observatório da vida privada começou quando eu vi, pela primeira vez, o vizinho desfilando pelo quarto só de cueca. Ele deve ter uns 25 anos, é moreno cor-de-jambo e tem um corpo até que satisfatório. Quando eu vi, quase não acreditei e passei a observá-lo todos os dias. Por muitas noites, fiquei em casa, escondido atrás da cortina, com as luzes apagadas, observando por uma pequena frestinha, o que acontecia no apê ao lado. Até que, algumas noites depois, ele me presenteou com a rápida visão de sua nudez completa. Fiquei louco de tesão. Senti vontade de atravessar a parede e entrar no apartamento para agarrá-lo. Durante minutos fiquei esperando que ele passasse nu perto da janela novamente para eu ver seu pau de novo. Mas, depois de alguns minutos de angústia, ele me surgiu de cueca novamente. Depois de vê-lo totalmente nu, a cueca já não fazia o mesmo efeito… Mas eu sou brasileiro e não desisto nunca. No dia seguinte, lá estava eu de novo, no meu observatório da vida privada. Dia após dia, sempre a espera de uma troca de roupa, de uma saída do banheiro ou mesmo de um desfile de cueca. Eu só queria isso. Afinal, uma cena eu sexo eu não tinha a menor esperança de presenciar… Entretanto, eis que numa bela e quente noite de chuva de verão, aquele casal me deu o melhor presente que eu poderia receber. Com as luzes apagadas, o quarto iluminado pela tevê ligada, meu vizinho estava deitado na cama, somente de cueca quando a mulher dele veio do banheiro, enrolada numa toalha. De repente, ela despiu-se, pulou na cama e os dois começaram a se beijar. Meu pau subiu na hora, fiquei louco, meio que desesperado, já imaginando que eles fechariam a cortina, como sempre faziam. Mas não o fizeram. Pude ver nitidamente quando ela arrancou a cueca do marido e exibiu um belo, ereto e imponente pedaço de carne comprido e grosso, que, sem muitas frescuras, ela abocanhou e ficou chupando por alguns minutos. Em seguida, ela subiu sobre seu macho, encaixou as coxas em sua cintura e agasalhou o cacete dele com sua bucetinha, cavalgando sobre ele. Foi uma rapidinha bem rapidinha, mas já foi o suficiente para eu me sentir recompensado por semanas de dedicação àquele ato pecaminoso, desconfortável e pouco gratificante de bisbilhotar a intimidade alheia. No dia seguinte, mais uma surpresa: ao chegar em casa, á noite, após o trabalho, corri para a janela e vi que o apartamento estava vazio. meus vizinhos haviam se mudado, para minha tristeza e, depois, alívio. Ao mesmo tempo em que eu nunca mais teria a oportunidade de observá-los em seus segredos de alcova, eu estava livre para continuar tocando a minha vida…